X Politicom

Pesquisa sobre o uso das redes sociais pelos pré-candidatos à prefeitura de São Paulo.

Currículo

Conheça o meu histórico profissional, áreas de formação e atuação.

Projetos

Cursos de Extensão, Graduação, Lato Sensu e Stricto Sensu.

Entre em contato

Quer saber mais sobre o meu trabalho? Clique aqui.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Comunicação Virtual Partidária no Brasil e no Canadá, um estudo comparativo

Este estudo discute a comunicação político-partidária realizada por partidos existentes no Brasil e no Canadá. Para a sua realização foram definidas três agremiações no Brasil e três no Canadá, que por suas características ideológicas aproximam-se. 

O estudo mostrará como funcionam na atualidade os sites de propaganda política do Partido Verde, Partido da Frente Liberal e Partido da Social Democracia , no Brasil, buscando compará-los com os sites dos seguintes partidos políticos canadenses: Green, Liberal Party e NDP. Após a descrição dos sites (apresentação, endereço, cores partidárias, logomarcas, fotos, textos, links, agenda, número de visitantes, lojas virtuais, chats, etc) entrevistamos alguns dos responsáveis por estes espaços de propaganda política nos dois países. 

No bojo das conclusões que iremos apresentar, discutimos as características da comunicação digital e seus reflexos na comunicação partidária nos dois países.

Download: http://www.er.uqam.ca/nobel/gricis/actes/utopie/Bajome.pdf

Na Arena do Marketing Político

Primeira obra do gênero no Brasil, o livro Na Arena do marketing político – Ideologia e propaganda nas campanhas presidenciais brasileiras, organizado por Adolpho Queiroz e editado pela Summus Editorial, traça um panorama histórico das eleições presidenciais no Brasil da ótica do marketing político. Os artigos falam de candidatos e de como eles chegaram a se eleger com a ajuda de diversos profissionais de comunicação. Experiente consultor político, Queiroz apresenta ao leitor o histórico das campanhas republicanas, de Prudente de Morais a Fernando Henrique Cardoso.


O livro está dividido em duas partes. Na primeira são analisados a origem e o significado das pesquisas sobre marketing político no continente latino-americano; as questões de linguagem no tratamento das campanhas eleitorais pela mídia impressa; e o uso da internet com arma estratégica. A segunda parte traz o histórico das campanhas avaliadas por uma série de autores que, nos últimos anos, pesquisaram como os candidatos se valeram da mídia impressa, do rádio, da televisão e, mais recentemente, da internet, além de uma infinidade de outros recursos.


“Das fotografias que, nas décadas de 1930 a 1940, Getúlio Vargas, inspirado no regime fascista de Benito Mussolini, fazia espalhar nas repartições públicas brasileiras à famosa vassoura de Jânio Quadros, o mais notório ícone do marketing brasileiro contemporâneo, no final dos anos 1950. Dos jingles cantados pelos maiores artistas de meados da década de 1960, na campanha de José Sarney para o governo do Maranhão, antes de tornar-se, depois, presidente do Brasil, ao profissionalismo da campanha de Tancredo Neves, construída por um pool de catorze agências de publicidade, nos anos 1980. Tudo isso retrata um pouco do vasto e diversificado universo de artifícios empregados para seduzir a sociedade em torno do voto e da construção da imagem pública dos candidatos”, destaca Queiroz.


Num tempo em que o termo marketing político ainda não existia, já se percebia a influência dos cabos eleitorais, geralmente intelectuais, empresários e formadores de opinião, principais agentes que lançavam mão de recursos para aproximar os candidatos dos eleitores. Com a intensificação do jornalismo impresso, o país passou a ter nos jornalistas a primeira interlocução técnica adequada de aproximação. A evolução tecnológica, que trouxe o rádio ao país nos anos 1920 fez que, além de contar com bons jornalistas, os políticos precisassem também se apoiar em radialistas, cantores e compositores de jingles.


Nessa segunda fase do marketing político brasileiro, jornalistas e radialistas passaram a dividir as tarefas de assessoria. O advento da televisão, em 1950, deu novo formato às eleições: candidatos falando ao vivo em debates, programas encenados por políticos e os primeiros comerciais. “Logo não bastavam jornalistas e radialistas. Entraram em cena o produtor de televisão, o roteirista, o iluminador, o cenógrafo. Mais recentemente apareceram os publicitários, com seus cartazes, faixas, outdoors, santinhos e uma parafernália de objetos úteis/inúteis para a fixação de nomes, marcas e números de candidatos”, lembra o organizador.


No prefácio, Gaudêncio Torquato endossa a obra: “As diversas abordagens sobre personagens e sua comunicação, contempladas por essa importante coleção de estudos, serão seguramente sorvidas com mais gosto. O professor Adolpho Queiroz mostra, mais uma vez, que é um craque em matéria de organização de trabalhos de comunicação, sendo ele mesmo um mestre na pesquisa”.


Fonte: Editora Summus


O Prof. Dr. Ricardo Costa colabora nesta obra com o capítulo 7: Fernando Collor de Melo: encenações rituais do espetáculo político.


Onde comprar? http://compare.buscape.com.br/na-arena-do-marketing-politico-adolpho-queiroz-8532302165.html  

COMPARTILHE

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More