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Pesquisa sobre o uso das redes sociais pelos pré-candidatos à prefeitura de São Paulo.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Técnicas de Persuasão na Propaganda aborda marketing político

O livro "Técnicas de Persuasão na Propaganda Eleitoral", de Ricardo Costa e Tailson Pires Costa, da Editora Fiuza, faz uma resgate de um tema presente em nosso cotidiano, o marketing político. Com abordagens introdutórias sobre o marketing e suas derivações, compara a venda de um produto tangível com a "venda" de um produto candidato. A pesquisa insere no cenário de estudo o ex-Presidente Fernando Affonso Collor de Mello, como o primeiro candidato que soube utilizar toda as modernas técnicas de marketing político em uma campanha presidencial, uma novidade em termos de política, pois até então, era desconhecido no cenário nacional, chegando ao chefe do executivo logo na primeira eleição.


As técnicas persuasivas são detalhadas ao longo dos capítulos, passo a passo, chegando aos resultados, tanto das pesquisas de opinião, como da própria eleição. Após a análise e conclusão, existem ainda as perguntas que ficam para o leitor: Há a consciências do cidadão diante das técnicas de marketing político utilizadas pelos candidatos? Até onde nós temos a liberdade de escolha de nossos líderes diante de tais técnicas? O livro finaliza apresentando o currículo de Fernando Collor e sua proposta para seu programa de governo.

Ricardo Costa é mestre em Comunicação pela Umesp e Tailson Pires Costa é atualmente diretor do curso de Direito da Umesp. Esse trabalho é resultado da dissertação de mestrado defendida por Ricardo, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Umesp, sob o título "Fernando Collor de Melo: técnicas de persuasão na propaganda eleitoral (1989)", no mês de fevereiro de 2002, sob a orientação do professor Adolpho Queiroz.

Fonte: Jornal Brasileiro de Ciências da Comunicação

Dados Técnicos
ISBN: 858703572x
ISBN-13: 9788587035721
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 14 x 21 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2004
Número de páginas: 106

Onde Comprar? 

http://www.livrariart.com.br/redelfg/produto/38150-tecnicas-de-persuasao-na-propaganda-eleitoral
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?isbn=858703572X&sid=62497113613420799423016074


X Politicom



O X Politicom, Congresso Brasileiro de Marketing Político aconteceu dia 04 de agosto de 2011 apresentando trabalhos de diversas Universidades do país e Portugal, entre eles o artigo científico Eleições 2012: redes sociais enquanto colégio eleitoral na Internet, por Ricardo Costa e Wesley Pinheiro, pesquisadores de Marketing Político. A obra traz uma reflexão sobre a presença da sociedade nas redes sociais e como as pessoas interagem, além de apresentar uma análise das ações dos possíveis pré-candidatos à eleição municipal de 2012 no município de São Paulo, Gabriel Chalita (PMDB), José Serra (PSDB), Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB).

Resumo do artigo: O novo milênio trouxe consigo o avanço das tecnologias digitais proporcionando a ligação entre pessoas por meio de computadores, aparelhos celulares e televisores, graças às conexões digitais. É possível realizar tarefas do mundo físico pelo virtual, pesquisar, estudar, comprar e vender, entreter e relacionar, criando uma sociedade pela rede. Analisando esse cenário apresentamos a proposição do contexto virtual enquanto sociedade, onde as pessoas cultivam os seus hábitos, comportamentos e valores, criando um espaço de discussão, conhecimento e política.  Neste contexto pelos sites pessoais, de relacionamentos, blogs e fóruns, os cidadãos se encontram no universo digital para vivenciar suas experiências, criando um colégio eleitoral em cada rede social, possibilitando a inserção do marketing digital e marketing político.

Este foi o pontapé inicial de uma pesquisa mais ampla que terá seu segundo ato culminando em outro artigo para a UFRGS.

Essa discussão aponta para a necessidade de candidatos, partidos e agências entenderem quais os seus respectivos papeis no processo de uma campanha eleitoral e como o eleitor observa, age e reage com as ações políticas pelas redes sociais.

Interessados no Artigo na integra, clique aqui e faça a sua solicitação.


Abaixo, uma apresentação em slides que resume a pesquisa.


Eleições 2012: Redes Sociais Enquanto Colégio Eleitoral

Quer fazer download, clique aqui.
Obrigado a todos.

Ricardo Costa
Wesley M. Pinheiro

Ética na propaganda

A propaganda brasileira é considerada uma das mais criativas do mundo, ao lado de países como Inglaterra, Estados Unidos, Espanha, etc. Por trás deste processo que torna as propagandas algo fascinante, está o publicitário e sua mente criativa, que transforma um simples produto em objeto de desejo. Porém, diferentemente do que acontece em outros países, no cenário nacional a criatividade publicitária encontra um órgão fiscalizador, o CONAR – Conselho Nacional da Auto-Regulamentação Publicitária, e cabe aqui às empresas e suas agências adequarem-se à sua legislação.

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Os direitos da criança diante da publicidade

Este estudo tem como objetivo analisar a publicidade apresentada para o público infantil, que coloca a criança como consumidor potencial pelo motivo da inocência no que tange a compreensão deste público em receber e assimilar as informações transmitidas pelos meios de comunicação de massa através da “exploração” do imaginário entre as imagens e sonhos transmitidos, principalmente, pela televisão. Tais atitudes, por parte das agências de publicidade e meios de comunicação, levam a Constituição Federal a criar leis específicas para este público com intenção de proteger o menor adolescente quanto a responsabilidade contida nas informações transmitidas nos comerciais, dirigidas a este público, criando ainda, reguladores como abordado, tanto no Código de Defesa do Consumidor quanto no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), ambos regulamentando este tema.

A abordagem direcionada para este público, mostra-se como um importante nicho mercadológico, devido a sua participação em termos de valores no alvo das grandes empresas como potenciais consumidores, despertando desta forma, a atenção de agentes reguladores, do ponto de vista ético para a proteção do público em questão do CONAR que se viu na obrigação de inclusão especial das crianças em seu estatuto.

Interessados no Artigo na integra, clique aqui e faça a sua solicitação.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Comunicação Virtual Partidária no Brasil e no Canadá, um estudo comparativo

Este estudo discute a comunicação político-partidária realizada por partidos existentes no Brasil e no Canadá. Para a sua realização foram definidas três agremiações no Brasil e três no Canadá, que por suas características ideológicas aproximam-se. 

O estudo mostrará como funcionam na atualidade os sites de propaganda política do Partido Verde, Partido da Frente Liberal e Partido da Social Democracia , no Brasil, buscando compará-los com os sites dos seguintes partidos políticos canadenses: Green, Liberal Party e NDP. Após a descrição dos sites (apresentação, endereço, cores partidárias, logomarcas, fotos, textos, links, agenda, número de visitantes, lojas virtuais, chats, etc) entrevistamos alguns dos responsáveis por estes espaços de propaganda política nos dois países. 

No bojo das conclusões que iremos apresentar, discutimos as características da comunicação digital e seus reflexos na comunicação partidária nos dois países.

Download: http://www.er.uqam.ca/nobel/gricis/actes/utopie/Bajome.pdf

Na Arena do Marketing Político

Primeira obra do gênero no Brasil, o livro Na Arena do marketing político – Ideologia e propaganda nas campanhas presidenciais brasileiras, organizado por Adolpho Queiroz e editado pela Summus Editorial, traça um panorama histórico das eleições presidenciais no Brasil da ótica do marketing político. Os artigos falam de candidatos e de como eles chegaram a se eleger com a ajuda de diversos profissionais de comunicação. Experiente consultor político, Queiroz apresenta ao leitor o histórico das campanhas republicanas, de Prudente de Morais a Fernando Henrique Cardoso.


O livro está dividido em duas partes. Na primeira são analisados a origem e o significado das pesquisas sobre marketing político no continente latino-americano; as questões de linguagem no tratamento das campanhas eleitorais pela mídia impressa; e o uso da internet com arma estratégica. A segunda parte traz o histórico das campanhas avaliadas por uma série de autores que, nos últimos anos, pesquisaram como os candidatos se valeram da mídia impressa, do rádio, da televisão e, mais recentemente, da internet, além de uma infinidade de outros recursos.


“Das fotografias que, nas décadas de 1930 a 1940, Getúlio Vargas, inspirado no regime fascista de Benito Mussolini, fazia espalhar nas repartições públicas brasileiras à famosa vassoura de Jânio Quadros, o mais notório ícone do marketing brasileiro contemporâneo, no final dos anos 1950. Dos jingles cantados pelos maiores artistas de meados da década de 1960, na campanha de José Sarney para o governo do Maranhão, antes de tornar-se, depois, presidente do Brasil, ao profissionalismo da campanha de Tancredo Neves, construída por um pool de catorze agências de publicidade, nos anos 1980. Tudo isso retrata um pouco do vasto e diversificado universo de artifícios empregados para seduzir a sociedade em torno do voto e da construção da imagem pública dos candidatos”, destaca Queiroz.


Num tempo em que o termo marketing político ainda não existia, já se percebia a influência dos cabos eleitorais, geralmente intelectuais, empresários e formadores de opinião, principais agentes que lançavam mão de recursos para aproximar os candidatos dos eleitores. Com a intensificação do jornalismo impresso, o país passou a ter nos jornalistas a primeira interlocução técnica adequada de aproximação. A evolução tecnológica, que trouxe o rádio ao país nos anos 1920 fez que, além de contar com bons jornalistas, os políticos precisassem também se apoiar em radialistas, cantores e compositores de jingles.


Nessa segunda fase do marketing político brasileiro, jornalistas e radialistas passaram a dividir as tarefas de assessoria. O advento da televisão, em 1950, deu novo formato às eleições: candidatos falando ao vivo em debates, programas encenados por políticos e os primeiros comerciais. “Logo não bastavam jornalistas e radialistas. Entraram em cena o produtor de televisão, o roteirista, o iluminador, o cenógrafo. Mais recentemente apareceram os publicitários, com seus cartazes, faixas, outdoors, santinhos e uma parafernália de objetos úteis/inúteis para a fixação de nomes, marcas e números de candidatos”, lembra o organizador.


No prefácio, Gaudêncio Torquato endossa a obra: “As diversas abordagens sobre personagens e sua comunicação, contempladas por essa importante coleção de estudos, serão seguramente sorvidas com mais gosto. O professor Adolpho Queiroz mostra, mais uma vez, que é um craque em matéria de organização de trabalhos de comunicação, sendo ele mesmo um mestre na pesquisa”.


Fonte: Editora Summus


O Prof. Dr. Ricardo Costa colabora nesta obra com o capítulo 7: Fernando Collor de Melo: encenações rituais do espetáculo político.


Onde comprar? http://compare.buscape.com.br/na-arena-do-marketing-politico-adolpho-queiroz-8532302165.html  

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